Recentemente, estive refletindo sobre a época do colégio, mais precisamente sobre os anos do ensino médio (2009–2011). Desse período, um dos legados mais importantes para meu desenvolvimento pessoal e profissional foi a construção do hábito da leitura.

A ausência de professores era relativamente comum naquela época. Por isso, quando não havia aula, gostava de aproveitar o tempo na biblioteca. Lia revistas de história mundial, jornais impressos disponibilizados diariamente pela escola, além de livros de geografia, história, política e literatura brasileira.

Com o passar dos anos, percebi que esse hábito contribuiu para ampliar minha compreensão do Brasil e do mundo. Também despertou meu interesse por atividades culturais, como frequentar teatros, conhecer museus e visitar lugares que preservam a história das cidades. A leitura ainda contribuiu para enriquecer meu vocabulário, algo que sempre valorizei, pois gostava de consultar o dicionário e descobrir novas palavras.

Outro aspecto importante foi o interesse que desenvolvi por temas relacionados à geopolítica. Esse interesse, despertado pelas leituras, teve influência significativa na minha escolha pelo curso superior de Relações Internacionais, na Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL).

Em suma, cultivar o hábito da leitura desde o ensino médio não apenas ampliou minha visão de mundo e meus interesses culturais, mas também contribuiu para definir os rumos de uma etapa marcante da minha vida: a formação universitária.